Irmãs SMR

AS IRMÃS SERVAS DE MARIA REPARADORAS, pertence à Família Servita, que partilha a espiritualidade herdada dos Sete Santos Fundadores (Florença Sec. XIII) constituída pelos Frades da Ordem dos Servos de santa Maria.

A espiritualidade da Congregação é caracterizada pela comunhão fraterna, pelo serviço a Deus e ao próximo, pela reparação e pela inspiração constante em santa Maria, humilde Serva do Senhor, participante da missão redentora do Filho, Servo sofredor de Yhwh.

Expressa a sua espiritualidade e missão no louvor orante e contemplativo, no anúncio alegre e libertador da mensagem evangélica, na participação ativa na vida da Igreja. Fieis aos valores peculiares da nossa espiritualidade, estaão abertas à pluralidade de serviços. Na busca de Deus e na paixão pelo Reino, as nossas comunidades se dedicam à evangelização e à promoção humano-cristã: na pastoral e no culto mariano, dando maior espaço aos aspectos contemplativos da vida, no serviço educativo e sócio-sanitário, na solidariedade com os últimos, na inserção, na acolhida e na hospitalidade, na missão ad gentes”. (Const. art.8)

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Irmãs do provincial com sede na cidade do Rio de Janeiro – RJ

Atualmente em nossa paróquia temos três Servas de Maria Reparadora a serviço do povo de Deus dessa cidade:

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Irmã Cida
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Irmã Zelha
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Irmã Zilma

ACENOS HISTÓRICOS

A Congregação das Irmãs Servas de Maria Reparadoras teve origem no final do século XIX, em Vidor, na Província de Treviso (Itália) por iniciativa de Elisa Andreoli, da mãe Margarida Ferraretto – terciária da Ordem dos Servos de Maria, de Inês Vimercati e Carmela Regonesi, todas desejosas de consagrar-se ao Senhor e a serviço da Mãe de Deus. Em 12 de julho de 1900; emitem a profissão dos votos de pobreza, castidade e obediência; esta data é lembrada como o dia da fundação.

Um forte vínculo espiritual une a pequena comunidade de Vidor à Ordem dos Servos de Maria desde 1892, quando as primeiras quatro irmãs se dirigem à Ordem dos Servos de Maria, manifestando o desejo de ser reconhecidas como Servas de Maria. Tal aspiração era já a forma de vida delas que consistia em seguir a Regra de Santo Agostinho e as Constituições elaboradas no âmbito da Ordem, na devoção a Nossa Senhora das Dores, na comunhão fraterna, no serviço aos humildes e nas atividades pastorais da Paróquia.

Uma parcial resposta por parte da Ordem foi dada em 1894: o Prior geral, com seu decreto, concedia ao pároco de Vidor a faculdade de aceitar terciárias leigas com o consenso do Bispo. Tal decreto foi colocado em ação somente em 9 de julho de 1899, quando as irmãs da primeira comunidade vestem o hábito religioso e, no ano sucessivo, em 12 de julho de 1900, emitem a profissão como terciárias leigas, que vivem em comunidade. O pequeno grupo é guiado por Madre M. Elisa Andreoli.
Na vida da Congregação, algumas datas são importantes: 19 de março de 1903, dom Antonio Polin, bispo de Ádria, aprova as Constituições e em 31 de março do mesmo ano, concede a instituição canônica em Família religiosa; em 19 de janeiro de 1910, o Prior geral dos Servos, frei Giuseppe M. Lucchesi, concede a Agregação à Ordem. Em 1911, após o encontro entre Madre M. Elisa e Maria Inglese (depois irmã M. Dolores), terciária dos Servos de Maria e promotora da «Pia Obra reparadora em honra de Maria Santíssima», a Congregação assume e faz própria a reparação mariana, que depois se torna parte integrante do seu patrimônio espiritual. Após este evento foram reelaboradas as Constituições, que o bispo dom Luigi Pellizzo aprova em 8 de dezembro de 1913. A partir desta data a Congregação assume o novo nome: Servas de Maria Reparadoras, confirmado pelo I Capítulo geral em 1920.

Em 1921, um fato relevante marca a vida da Congregação: Madre M. Elisa envia as primeiras irmãs missionárias ao Brasil, em Sena Madureira, na prelazia nullius do Alto Acre Purús, confiada desde 1920 à Ordem dos Servos de Maria.

Em 24 de março de 1931, Pio XI concede o Decreto de Louvor e aprova ad septemnium as Constituições, reconfirmadas definitivamente por Pio XII em 17 de junho de 1941. Em 31 de maio de 1982, a Sagrada Congregação para os Religiosos e os Institutos Seculares confirmam as Constituições reformuladas segundo as normas do Concílio Vaticano II e, em 28 de maio de 1992, aprova as modificações aplicadas após a publicação do novo Código de Direito Canônico.

A Congregação hoje está presente na Itália, Brasil, Portugal, Argentina, Bolívia, Costa do Marfim, Albânia, Filipinas, Peru, Togo e México.

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